domingo, 25 de novembro de 2007

PRA MATAR AS SAUDADES

No Monte Carlo em 1965
Chachá e Jacques, anos 90

Passei boa parte da manhã arrumando papéis do pai e da mãe. Duas constações: Como é pouco o que fica de material para olhar, como eu queria que fosse mais, bem mais... (Aliás, eu acordei exatamente com esta sensação que é comum a todos os que perdem alguém a quem amam profundamente: como eu queria ter aproveitado mais, muito mais, muitos momentos mais!!!). E como eles foram grandes, esta mãe e este pai que tive por aqui pelo planeta, que tenho ainda dentro de mim...
Mas não é bem deles que eu vou falar aqui agora. É de uma foto que achei no meio de várias. Sabe o tempo? Aquele que passa voando e logo não deixa nada mais em volta da gente? Pois é, resolvi então que tudo o que eu achar pela frente vou sair compartilhando... (calma, tem critério na coisa, ainda não endoidei de vez!).
Vejam esta foto. Atrás está escrito o seguinte: "Pra matar as saudades. Oscar Wilke, Rogério, Aurélio Tasso, Helio (?) em pé. Aparecem ainda Helinho e de costas o crooner Ademir do Xavantes. No bar Monte Carlo, 1965. Tempo de memoráveis batucadas. Favor devolver, Jacques." -
E a letra é do tio Jacques que chega aqui pra completar as saudades do meu post. Que coisa... mais um que se foi sem se despedir de mim...
A outra foto então é uma lembrança dos dois irmãos... que dupla!!



(Não combina nada com o post e com a foto, mas o meu astral de saudade, quando bate uma raiva danada por não poder controlar o tempo, a vida, tudo.... eu fico ouvindo o disco do Charlie Brown Jr)

0 de papo!:

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