sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

VERSÃO


Vertem versos
Pelos poros da carne
Encarnado o espírito
Consciente o prazer
Reverberam versos
Que sentimentos foram
Ora soando em letras
Perpetuando o querer...
Quantas vezes trago
A figura na imaginação!
Vivemos tanto
e tão pouco vivemos...
Como o fosse
Por mérito e gosto.

3 de papo!:

Edson Marques disse...

Ao contrário do que você parece ter suposto, eu não escrevo para chamar as atenções.

Mas, sim, as intenções!

Hoje escrevi sobre um amor-criança...


Mas, gostei dos teus comentários sobre o caso de ontem.

Afinal, cada um de nós tem seu próprio sistema de valores.

Fiz um upgrade depois da tua visita.

Se puder, leia.

Abraços, flores, estrelas..

Jacqueline disse...

Oi Edson, obrigada pela visita!
Eu já tinha lido o upgrade... minha opinião continua a mesma, poeta!!
Aliás, e do meu poema aqui, você gostou?

Fatima de LAGUNA disse...

Eu gostei! Eu gostei!
Ah esses versos que reverberam...
Seriam amores (atávicos?) d'outras
eras que nossas alminhas não dão
conta de tanto amar ?
E voce diz coisas que
são suas, são minhas são de todos
os corações Senhora Aisenman, a mergulhadora do inconsciente coletivo...
Jacque assim de relance a imagem
(foto) utilizada na postagem do poema trouxe-me à lembrança a escadaria do cine Mussi.
Abraço desta Laguna ensolarada
ao sul do nosso Brasil.Beijo da
Fatima.

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