domingo, 4 de maio de 2008

CARO PEDÁGIO


Queria tanto os teus
braços
Paguei pedágio
Atravessei a ponte...
Não olhei o mar...
Caí.
E do naufrágio
Surgiu
O impasse:
De olhos fechados seguir
De olhos abertos voltar
Alto lá!
Quem vem lá?
Preciso de ar...
Do meu ar
Do lado
meu lado
de cá.



(O poema eu fiz outro dia no meio da noite. Agora eu tô aqui ouvindo o Ney Matrogrosso e o seu novo disco, Inclassificáveis. Que viagem. Bom demais.)
Imagem da net

4 de papo!:

Tony disse...

Gran post, de verdad.

Anônimo disse...

UAAAAUUUUUUUUU! este poema do pedágio tá mó lindooooooooooo!
Parece que foi feito pro coração
de todos nós porque sempre houve
um instante na nossa vida que o
pedágio foi durezaaaaaaaaaaa.
Kikaaaaaaaaaaa! Aonde eu compro "Inclassificáveis"?
ih ih ih

Anônimo disse...

Quem tá a fim do "Inclassificável"?
Eu, né Jacque! A Ma de Fatima da
capital da República Juliana.

Jacqueline disse...

Gracias Tony, gracias!

Obrigada Fatiminha! O disco do Ney já está por tudo. O meu comprei ainda qdo estava aí. Tem em Floripa, já deve ter em Laguna. É lindo, vale a pena mesmo: é realmente inclassificável!

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