segunda-feira, 12 de maio de 2008

JANELA


Hoje eu me debruço
na janela
doce
das lembranças
vagas
e vago
sem destino
sobre a vaga
do melhor
de mim.

(Ouço calma e deliciosamente neste feriado, o disco de jazz de Gare du Nord... de novo, e de novo...)

0 de papo!:

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