sexta-feira, 2 de maio de 2008

P.S. I LOVE YOU, O FILME





Dias e dias com a cabeça fervendo, acabei pensando: que tal um filmezinho daqueles que só faz bem? Um romance, uma comédia... sei lá, alguma coisa que não me pese. Pensei só um pouquinho e não tive dúvidas: P.S. I Love You.
O filme, adaptação do livro da jovem escritora irlandesa Cecelia Ahern, é uma daquelas pérolas que faz a gente ter vontade de ver o filme novamente no exato instante em que ele acaba. Ou talvez vê-lo de traz pra frente. Tanto faz. Na realidade, são momentos tão bons, com atores tão bem escolhidos que não tem como não se apaixonar e, como diz na música tema, "amar até o fim"!
Há alguns meses atrás eu tinha comprado a trilha sonora. E adorado. Cantei sozinha várias das músicas esperando o tal do dia em que veria o filme. Pois agora vi...
Vi com meus olhos apaixonados a história de Gerry (Gerard Butler, do filme "300") e Holly (Hilary Swank, de Million Dollar Baby), um casal comun: casados, com problemas comuns do tipo trocas de emprego, busca do apartamento, a sogra nem sempre amiga... Mas com um amor assim... assim... daqueles que só quem já amou, quem ama, sabe entender. Ou talvez quem for ver o filme vá querer amar pra saber!
Claro que a vida não é justa, ora. Gerry morre logo no início e poucas vezes senti uma dor surda vendo um filme, como ao ver Holly se deitando cheia de lágrimas na cama vazia, o telefone nas mãos, ligando para um número e ouvir, de repende ... da cômoda atendendo o telefone de Gerry, aquela voz cheia de vida: ".... e deixe a sua mensagem." E ela liga de novo, e de novo, e de novo. E ele respondendo... Até dormir....
E porque Gerry amava Holly e sabia o quanto Holly o amava, ele deixa para ela ao longo do filme dez cartas que a farão, como num joguinho, retomar o gosto pela vida ao invés de abandonar-se numa depressão certeira. No final das cartas, carinhosamente escrito: P.S. I Love You.
Com estas cartas, Gerry vai tirando sua amada de dentro do mundo que pertenceu só aos dois durante nove anos e vai mostrando uma nova vida para ela. Holly, vai se abrindo, entre uma lágrima e um sorriso vai vendo novos horizontes. Cada carta que chega do seu amor consegue demonstrar o quanto ele, que partiu para tão longe, a amava e conhecia. E o quanto desejava vê-la feliz.
E quem pensa que a história é triste de morrer, precisa conhecer o lado "vivo" de Gerry" que vai surgindo ao longo do filme. Sem falar da Holly que vai se iluminando aos poucos. Ou dos seus amigos e familiares, fantásticos, interpretados por Lisa Kudrow (de Friends), aquela que quer casar a qualquer preço; o casal Gina Gershon (de várias séries e filmes) e James Masters ("o" vampiro de Buffy, Smallville); Harry Coonyck Jr (o cantor, minha nossa!, quase irreconhecível), Jeffrey Dean Morgan (Grey's Anatomy, Supernatural - ainda mais bonito!), Kate Bates ("A" atriz, a lista dela é longa!!), etc).
Só pra não passar o resto da noite aqui escrevendo o quando adorei o filme vou contar mais uma cena que amei de montão: Lá estão eles numa boate, ele, Gerry, cantando (e ele canta muito bem mesmo!!) e de repente vê a Holly lá no meio. O olhar dele muda, o jeito muda, o sorriso muda. Ele vem vindo na direção dela, vem vindo... até chegar o instante "daquele" beijo...
Mas tem que ver até o fim pra entender a cena toda e muito mais... E quem sabe depois ir voltando na memória uma cena, outra cena... Ah, e ainda ver como a Irlanda é linda!


(Fico eu aqui com a trilha, agora o Paolo Nutini canta. Gente que esta trilha é boa. E agora eu posso dizer: tão boa quanto o filme!!)

Algumas cenas do filme pra vocês

0 de papo!:

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