quarta-feira, 1 de abril de 2009

Being Me?

Being Erica

Peggy Sue

E se tudo tivesse mesmo dependido de algumas escolhas? E se fosse possível voltar atrás no tempo e mudar certas decisões, fazer outras escolhas? Será que valeria a pena? E se valesse? Por onde começaríamos? Quais as escolhas mais erradas que teríamos feito e que justificariam uma reviravolta, uma ação tão radical?
Comecei a olhar por acaso um episódio de "Being Erica", uma série sobre uma mulher nos seus trinta e pouco anos, descontente dela mesma e da vida que leva. Nada em sua vida está como um dia ela achou que poderia estar. E, quando começa a pensar a respeito, tudo o que consegue se dar conta é do fato de que, ao tomar uma série de decisões que ela considera "erradas" ou "as piores possíveis", chegou a este "lugar nenhum" atual.
Erica se encaixa em qualquer um de nós. Faz pensar no dia em que a gente disse não e devia ter dito sim. Ou o contrário. Faz a gente lembrar daquela vez que uma posição firme teria sido a melhor escolha. Faz pensar em todas as escolhas...
Cada vez que ela volta ao passado (porque pela "magia" da série ela retorna ao passado com a ajuda de um terapeuta muito especial!) e revive certas passagens de sua vida, não há como não sentir aquela emoção que aperta, aperta o coração!
Os saudosos e com mais um pouco de idade vão lembrar de Peggy Sue (Peggy Sue Got Married). E não vão perder por lembrar. Como Peggye Sue, Erica também quer "consertar" coisas. E quem (quem, digam, quem?) em sã consciência não gostaria de ajeitar certas coisas que ficaram meio tortas pelo caminho?
Não sendo Erica e nem Peggy Sue, não fazendo parte de obras de ficção e nem sequer sendo tão sonhadora como muitas vezes eu mesma gostaria de ser, apenas me deixo, leve, divagar sobre a proposta interessante destas viagens loucas e plenas de uma esperança inexistente no presente.
Na sequência, penso em continuar acompanhando as aventuras de Erica e ver o quanto ela conseguirá dar jeito em sua própria vida. Talvez reveja também Peggy Sue...
Quanto a mim, vou aproveitar o que tenho exatamente como é. Não podendo voltar para mudar escolha alguma, apenas posso ter um pouco mais de cuidado com as escolhas que aparecem e aparecerão a cada instante.
E carpe diem!





(Ouvindo Akiko cantar suas deliciosas músicas do disco "What Jazz Style")

1 de papo!:

rita disse...

iééééé!
mentira terta???
verdade!!!!!!!!!!!

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