segunda-feira, 1 de março de 2010

Estrelas empoeiradas


Acumulados no tempo,
todo o imaginário.
E o desnecessário,
vivendo num templo.
Sem reflexões.
Cem indagações.
Benditas questões
não ditas.
Respostas serão servidas
à mesa dos mortos
já não mais cegos e surdos,
apenas mudos da vida.

1 de papo!:

Suziley disse...

Oi, Jacque:
É o tempo que a tudo "destrói"...seu poema me fez lembrar de um dos poemas do Pe. Antônio Vieira que também aborda a temática da finitude. Parabéns!!
Um grande abraço, :)
Suziley.

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