quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Exatamente


Olhou e viu. Era o que era. Examente o que era.
Era exatamente. Exatamente.
Nada mais, nada além, nada menos. Exatamente.
Não um surto, nada passageiro, nada diferente.
Nenhuma sombra. De dúvida ou dos olhos.
Exatamente. Exatamente. Era. Exatamente.
Não um fruto entremaduro, não um pão cru.
Não uma balbúcia, uma balbúrdia, um senão.
Não uma visão perturbada, nada cegamente, nada.
Apenas era. Exatamente. Era exatamente.
Era o que queria, o que sabia, o que já dentro vivia
Era o que sabia que viria um dia
Exatamente. Exatamente era. Exatamente.
O ser metade do seu ser exatamente a outra metade
e que nela cabia e podia estar completamente.

1 de papo!:

Taddeu Vargas disse...

Olá Jacqueline. Parabéns pelo texto ...intrigante e pelo blog marcante! Abraço forte.

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