terça-feira, 3 de maio de 2011

DIALOGUS


Dialogo comigo e me faço perguntas


sobre sonhos, vontades, desejos e esperanças

Me pergunto como fazer, como não fazer

Me questiono as andanças e as paradas...

Parada em frente a mim mesma

aguardo as respostas que teimam

em esperar para chegar...

Um diálogo mudo.

Ou de surdos.

Um diálogo com o passado e o futuro.

Falo para mim mesma que tudo vai passar

que tudo um dia já passou

e outras coisas ainda vão chegar...

Mas uma parte de mim ignora a bonança

da paciência

e quer se lançar, impaciente e furiosa

sobre tudo.

A mesma parte de mim que nem lembra mais

ou sempre só quando convém

Que piores já passaram, melhores virão

E que o presente é aliado

E nunca um vilão.

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