quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Do amor e do mar



As vezes bate uma onda no coração,
como se o mar se largasse inteiro na gente...
Aí é tanta água que até sobe aos olhos,
e os olhos choram mar.
Coisa de parecer assim uma tristeza,
passageira, ligeira,
maneira de fazer a gente nunca esquecer
que amar não é só palavra e nem é obrigação.
É ato, ato de fato,
um poder do coração...
que quando transborda é mar,
mar que inunda e enxágua a visão.


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