quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Das cartas sempre

Antes eram as cartas
de papel passado, amassado, cheiroso, rasgado...
elas vinham transportadas não pelo vento
mas pelos navios, aviões, carros e caminhões...
e mais importante, pelas mãos do carteiro!
Era certeiro!
Ouvir a voz, saber o horário em que ele passava...
o carteiro!
Agora as cartas são virtuais
são recados, picados, cortados, relaxados...
chegam pelo espaço que nem é o sideral
longe do astral, chegam sem mostrar ardor
pela tela do computador...
Foi-se o papel de carta
e veio o e-mail descartável...
E o importante?
O mais importante?
As palavras!
Elas continuam!
Elas continuam a chegar!
Mais curtas, mais cruas, mas continuam a chegar!

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