quarta-feira, 13 de março de 2013

Saudades soltas

Sinto uma pequena dor (abro o parêntese e nele coloco: ausência!) e me vejo diante de uma conhecida pontada (abro outro parêntese e nele coloco: saudade!) que toca o coração no seu mais profundo. De repente, perceber que não estão mais por perto (tantos deles!), tentar com o tempo se acostumar com a ausência e ainda com o tempo amainar a vida com as lembranças. (Abro novamente o parêntese e nelo coloco: saudade! E então fecho o parêntese e tento me abrir novamente para a vida).


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