terça-feira, 2 de dezembro de 2014

De repente

De repente um cansaço inteiro
toma conta do corpo desprevenido
preenche-lhe um torpor jamais sentido
vai-se o ânimo bom e costumeiro...


Os olhos teimam em ficar cerrados
os braços se recusam a levantar
tudo de repente num estado
como se não fosse mais curar...

As mãos se amarram em punhos fechados
a boca sem palavras para amaciar
o tempo que aparece tão nublado...

Os pés no chão não se movem, estão parados
e o mundo mais parece outro invertido
neste instante onde o sonho foi cortado.


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