quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pensando alto

Há dias em que certas dores tomam conta do nosso olhar. Dias em que não é possível disfarçar. Nestes dias o mais difícil é sorrir. Mas é justamente de dias assim que precisamos para entender a beleza dos dias sem dores. Para valorizar os momentos em que estamos bem e podemos fazer o bem. Não se tire o mérito da dor: é uma professora da vida!



Tanto faz. Eu faço o que quero. Tanto faço. Eu faço o que espero de mim.
Só assim, não há decepção comigo mesma. Somente o coração inteiro na mesa da vida. Querida! Viver é querer ser. E ser. E fazer para ser. Tanto. Para não se perder nos encantos. E no entanto, nunca perder o encanto. De ser. De viver. De pertencer à vida...



Há pressa no andar de quem deixou para trás o passado. Uma pressa singular que aponta para o futuro. Só quem não tem pressa é quem traz o passado presente. Este ainda não se deu conta que o presente passa, passa, passa... e num instante é passado.



Apegos e desapegos. O emprego do verbo amar. O destino do sentimento de amor. Eu amo. Eu amo. Eu não amo mais. Difícil é desapegar enquanto o amor ainda vibra.



Como foi ontem? Eu sei, eu lembro, posso contar. Como será amanhã? Eu não sei, não adivinho, não posso falar. Mas de hoje... ah! de hoje eu sei, estou vivendo, nem posso calar!
Ontem me deu experiências. Amanhã me dá esperanças. Hoje me dá vivências.
Posso sentir saudades de ontem. Posso ter ansiedade por amanhã.
Mas por hoje só tenho gratidão.

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