segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Triste embarcação




Ao longe a embarcação segue.
A vida segue junto, dentro, intrínseca.
Há beiras demais... de rios, de mar...
mas nenhuma para acolher a lágrima seca.
A embarcação se aproxima, lenta e tristemente
Vazia, parece um fantasma.
Não traz mais nada. Não traz mais ninguém.
Não leva mais nada. Não leva mais ninguém.
A embarcação cansada não navega mais
Pois não há mais cais
para acolher seus frutos.

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